Fiéis celebram São Francisco de Assis

 

Um dos mais queridos santos do mundo, irmão universal, patrono da ecologia, São Francisco de Assis, foi homenageado hoje na Capela a ele dedicada no Bairro São Francisco, no Cabo. A festa tem início segunda-feria, mas a família franciscana já antecipou seu dia (domingo, 04 de outubro), com a Santa Missa, presidida por Pe. Rogério Silva que lembrou os exemplos do seráfico pai, “a única regra de vida de São Francisco foi, viver o Evangelho, é por meio da pobreza que ele se encontrou com Cristo, na opção pelos pobres. Ele recebe como fruto desse seguimento fiel, as sagradas chagas. Estamos no mês missionário e São Francisco é esse homem missionário que também foi a além fronteira levar o amor de Deus aos homens. Aprendemos com nosso seráfico pai a sermos autênticos missionários, mais que palavras, que sejamos sinais, reflexos do amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, pois muitas vezes o que falta em cada um de nós é a coragem de assumir a missão que Deus confiou a cada um de nos.” Encerrou o sacerdote. A festa continua segunda-feira, com a Procissão da Bandeira, saindo da residência de Francisco André, situada à 2ª Trav. da Rua Dr. Antônio de Souza Leão, Nº 151 – Centro do Cabo – PE.

 

Contatos: 81 – 3521-0929   Ir. Josevânia Alves

04 de outubro, Dia de São Francisco de Assis

O louco de Assis

De alguns recebia apoio e incentivo. De muitos, o desprezo e a zombaria. No entender da maioria, o filho de Pedro Bernardone havia perdido completamente o juízo! E não só a garotada da cidade escarnecia dele, chamando-o de louco e outros qualificativos menos nobres. Mais de uma vez sentiu-se tentado a voltar atrás, quando chegava à porta de seus antigos amigos; mas saía vitorioso nessas lutas entre o orgulho humano e o próprio ideal. Já alguns começaram a reconhecer nele traços do futuro santo, embora ele mesmo ainda não conhecesse claramente sua vocação. Estava já terminando a restauração da última Igrejinha da redondeza, a capelinha de Santa Maria dos Anjos (na foto abaixo) e perguntava-se o que faria depois. O que mais lhe pediria Deus? Não havia entendido ainda que a Igreja que devia restaurar não era a de pedra, mas a própria Igreja de Cristo, enfraquecida na época pelas divisões, heresias e pelo apego de seus líderes às riquezas e ao poder. Devia ser aquele o ano de 1209. Certo dia, Francisco escutou, durante a missa, a leitura do Evangelho: tratava-se da passagem em que Cristo instruía seus Apóstolos sobre o modo de ir pelo mundo, “sem túnicas, sem bastão, sem sandálias, sem provisões, sem dinheiro no bolso …” (Lc 9,3). Tais palavras encontraram eco em seu coração e foram para ele como intensa luz. E exclamou, cheio de alegria: “É isso precisamente o que eu quero! É isso que desejo de todo o coração!” E sem demora começou a viver, como o faria em toda a sua vida, a pura letra do Evangelho. Repetia sempre para si e, mais tarde, também para seus companheiros: “Nossa regra de vida é viver o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo”!

- Fonte: www.franciscanos.org.br