Desengano

Médicos diversos não encontraram solução para o seu caso. Em setembro de 1958, chamaram a sua família e diagnosticaram poliomielite e nefrite agudas entre outros males. Porque tu acenderás a minha candeia, o Senhor meu Deus aluminará as minhas trevas. (SI 18.28)

Uma junta composta de seis médicos deu o caso como irremediável. – E agora, doutor? – Perguntou a família. Vou dar-lhe alta, não tem solução! Aquela criatura sofrida é levada a sua casa no soro, porque não se alimentava. Assim, Iva chega em casa, numa ambulância, auxiliada por uma enfermeira. Quadro triste! Esgotados os recursos médicos… Sua família, não se deu por vencida, o Dr. Domingos Cruz, examina-a, vê o diagnóstico. Chama alguém em particular e diz: – Não adianta prolongar esta vida, ela está sofrendo muito, já está do outro lado… É irreversível, melhor desligar o soro, não há condições de sobrevivência. O clima era desesperador e tensa a expectativa, tanto da família como de vizinhos e amigos. Na noite de cada cristão há sempre uma luz interior alimentada pela misteriosa presença do Espírito Santo. Essa luz que arde como fogo e nunca se extingue. E esta mesma luz brilhava na noite daquela paciente… Ela lutava pela vida, só com a fé. Era tão crítica a situação que, quando o sino da Matriz, repicava, corriam e perguntavam a sua mãe: Iva morreu? Ela respondia:Ainda não.

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele tudo fará. (Salmos 7.5).

Deixe uma resposta